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Eu sou de escrever.
De certo modo sempre fui.
Descrevo estória em minha mente e as sinto com o coração.
Hipotéticas pessoas em lugares desonhecidos.
Tudo envolvente.
Energia tão pulsante que induz à realidade.
Não fecho os olhos, então sinto na pele.
Tantas caras, bocas, beijos, fotos e fatos, e lágrimas e frio.
Neste vazio, ainda esperança.
Neste vazio cabem meus dedos.
Porta aberta sem exitação.
A vida me invade.
Gozarei o descaso de tempo e espaço.

Já sou rainha.

Vem comigo… em minhas linhas todo tipo de salvação.

Vem comigo… raros prazeres, segredos, sussurros.

Vem comigo… todos meios que levam a esse fim.

Janela aberta.
Sol abraçável.
Vanilla.
Alma que sorri.

Deixo aqui um pedaço de mim. A parte da minha alma que já não posso suportar. Alguns anseios, alguns medos, algumas vergonhas. Utilizo minha sinceridade e nada mais. Não sou mais uma, mas estou perdida na cidade. Às vezes saio de carro, corro e canto. Às vezes me perco na noite, e nada mais sou do que inominável. Continuarei até que eu me permita sentir algo. Quando sentir for mais que uma dor. Quando a dor não se transformar em prazer. Quando...

Leituras

- A Insustentável Leveza do Ser - Milan Kunder - Eclipse - Stephenie Meyer

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