Eu sou de escrever.
De certo modo sempre fui.
Descrevo estória em minha mente e as sinto com o coração.
Hipotéticas pessoas em lugares desonhecidos.
Tudo envolvente.
Energia tão pulsante que induz à realidade.
Não fecho os olhos, então sinto na pele.
Tantas caras, bocas, beijos, fotos e fatos, e lágrimas e frio.
Neste vazio, ainda esperança.
Neste vazio cabem meus dedos.
Porta aberta sem exitação.
A vida me invade.
Gozarei o descaso de tempo e espaço.
Já sou rainha.
Vem comigo… em minhas linhas todo tipo de salvação.
Vem comigo… raros prazeres, segredos, sussurros.
Vem comigo… todos meios que levam a esse fim.
Janela aberta.
Sol abraçável.
Vanilla.
Alma que sorri.

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