Regeneração

Tantas muletas, uma atrás da outra, uma fileira delas

Quando uma cai, lá está a outra

Vícios que se tornaram verdades

Tudo por medo, ainda não sei do que

Meu dedo em riste não quer apontar

Mas, claramente são consequências

Preço que pagamos pela convivência

Apego pelo visceral

Rotina expandida

De tanto dar topadas percebi que tinha pés

Se estão lá é porque têm alguma função

Reaprender a andar, ou será a primeira vez?

Penetrando barreiras imaginárias, nuvens tempestuosas

Espero chegar ao paraíso

Revolução mental

Os próximo passos serão os primeiros

Adeus muletas…