Regeneração
Tantas muletas, uma atrás da outra, uma fileira delas
Quando uma cai, lá está a outra
Vícios que se tornaram verdades
Tudo por medo, ainda não sei do que
Meu dedo em riste não quer apontar
Mas, claramente são consequências
Preço que pagamos pela convivência
Apego pelo visceral
Rotina expandida
De tanto dar topadas percebi que tinha pés
Se estão lá é porque têm alguma função
Reaprender a andar, ou será a primeira vez?
Penetrando barreiras imaginárias, nuvens tempestuosas
Espero chegar ao paraíso
Revolução mental
Os próximo passos serão os primeiros
Adeus muletas…


4 comments
Comments feed for this article
Outubro 7, 2008 às 11:45 pm
♥ Lyani
Parabéns!!!
Você realmente é muito talentosa com as palavras!!!
“Preço que pagamos pela convivência”
Ah, e que preço…
bjos,
Ly
Outubro 8, 2008 às 8:07 pm
poetriz
Reaprender a andar, ou será a primeira vez?
Quando se larga as muletas, é sempre a primeira vez…
Boa sorte! Porque dizem que a gente cai muito na vida, antes de dominar o ato de simplesmente “caminhar adiante”…
Bjs!
Outubro 8, 2008 às 8:42 pm
GGod
Tenha certeza que seu andar será cada vez mais firme…
dificilmente será a última vez que necessitará das muletas,
mas de cada uma delas sairá mais forte e mais merecedora
de seus “novos dias”.
1000 bjs
Sê feliz.
Outubro 9, 2008 às 1:53 am
discursosimperfeitos
Irónico isto tudo. Coloquei um post hoje no meu blog. Depois, vi que tinha comentários e vim ver este blog. Nem a propósito. Eu escrevo um texto sobre cair e a sweet t sobre deixar muletas. Ando um passo atrás!
Parabéns, pelo cuidado e trabalhado blog, onde não falta talento.
bj