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Pois é, mais um ano se passou

Agora tenho 25 e muitas decisões a tomar

O tempo passou… sempre passa… muito rápido… na velocidade dos nossas anceios

Metendo os pés pelas mãos, me acostumei a jogar o “foda-se” em tudo que não quero encarar

Engraçado, não fiquei melancólica… a caminhada tem sido boa demais… quanto aos frutos, já não sei

Tenho que fazer minha resoluções… mas tenho medo… de não levar a sério… se continuar sendo essa moleca, que gosta é de gozar a vida, sem amanhã, sem consequências

Não vejo crescimento… talvez um pouco de amadurecimento… e é assim que eu gosto… talvez com 40 eu chegue nos 20… mas tenho certeza, que nunca deixarei de sonhar… nunca deixarei de seguir minha vontades…

Mesmo assim… vou refletir… sobre as coisas que quero pra mim… sobre os objetivos que deixo de lado… como aquele carro, aquela dieta, aquela viagem, aquele novo amor… e continuar sendo feliz!

Tomar as rédeas… sempre tomar as rédeas… tornar tudo mais romântico… ter prazer nisso

Ah… o prazer… grande motivador

Acertar o foco

Ser feliz…

Me sinto bem vinda nesse novo ciclo

Sinto que tudo dará certo

Sinto que as coisas se realizarão por si só

Um mundo de possibilidades reais… foi o que sempre quis…

Esse ano… prometo fazer acontecer… meus sonhos se tornarão realidade… pararei de me sabotar

Simples assim

Hoje dei um bolo num cara

Desliguei o telefone e peguei o caminho contrário

Escrevi um foda-se mental… e assumi que não é ele… embora ainda não saiba quem vai ser

Foi bom me libertar… odeio essa pressão… fazer as coisas por obrigação

Hoje, ele me tocou levemente nos cabelos… confesso, me arrepiou

Fiz cara de coitada, depois um piada… e acabei mandando um e-mail para me desculpar

Ele tinha ido me falar alguma coisa… mas não falou… porque eu interrompi…

Estamos nos enrolando… não sei se isso é bom ou ruim

Até ontem eu me julgava incapaz de apaixonar

Tinha quase certeza que meu coração estava bloqueado

Hoje… já não sei…

Vou deixar rolar…

Sem preconceito…

O pior que pode acontecer é eu gostar

Saudades de andar por aqui

Escrever um pouco… lavar um pouco a alma

Minha vida tem sido um emaranhado de acontecimentos

Numa fiel crença de que as consequencias nunca virão

Hoje me sinto ameaçada, refem dos meus próprios atos

Afinal, é errado ter a mente aberta… e o corpo aberto?

É errado provar? É errado não pensar como todo mundo?

Nesses meus caminhos de nômade já não sei o que é ser eu mesma

Há algumas semanas perdi o foco, e percebi que alguns sonhos já não existem

Me contento em dizer que a causa disso tudo é a exaustão e então faço uma contagem regressiva no calendário, esperando a data em que não terei mais desculpas para escolher que caminho seguir

Cansei do agri-doce, das multiplas personalidades

Não tenho mais estímulos… é o que é, o que é?

Não sei

No meio dessa casa bagunçada, ei de encontrar uma forma mais digna de viver… para que palavras ao vento sejam insentivos, não desabafos

Desisti de não ter esperança… agora é mais fácil

Esse é um post feliz, apesar do clima de descarrego

Aguardo a próxima pista… sim, quero estar pronta para continuar

Só de falar, as coisas se dissolvem

Prometi a mim mais sinceridade

Prometi buscar os fatos por trás da falsa felicidade

Vesti um manto de superficialidades pra me esconder de mim mesma

Agora me dispo do meu preconceito… quanto a dor, a tristeza, o mal

E nessas palavras me liberto

Principalmente do medo

Ainda sinto aquela solidão

Mas posso ter planos, passos, sonhos

Ainda há lugares a ir

Ideias a conquistar

E essa esperança… é como fênix em mim

Morre todo dia, mas renasce

E agora eu me lembrei, que só tenho a mim mesma

Que só tenho o agora

Que só tenho essa chance

E que assim seja… no meio das cinzas algo de bom… algo que permanece

Eu, renovação de mim mesma

Essa semana fui questionada quanto aos meus defeitos.

Foi estranho, pois por mais que eu pensasse em mim, não conseguia concretizar o que considero um defeito.

Acabei por dizer que defeitos são os outros que vêm, que apontam… que isso apenas significa que as pessoas são diferentes, pensam diferente, querem coisas diferentes.

Estou tentando evoluir, ainda mais… mas me pego em antigos paradigmas… quando o pensamento te leva àquela lacuna de  si mesmo que quer te destruir. Não, eu não quero ter pressa, mas eu tenho, e não sei como lidar com isso. Por que de fato, a vida sempre continua, cada segundo conta, e eu não quero gasta-los em reflexões negativas sobre a minha pessoa.

Sim, eu quero acreditar que as coisas acontecem no tempo certo se você estiver disponível para elas. Não adianta apressar o destino, quando tudo é aprendizado, e o verdadeiro premio vem para quem sabe esperar.

Essa ansiedade… por mais que diga que não… é um grande problema. Apenas querer saber, não aguentar o silêncio, não deixar que o tempo amadureça as coisas… Não sei o que fazer até lá… Um lá não definido.

O mundo é complexo demais. Os sentimentos são complexos demais. Eu sou complexa demais…

Apenas sei que estou sedenta daquele toque…

Agora eu entendo. Toda aquela loucura era eu tentando encontrar alguém que realmente me amasse.

É cada vez mais difícil fazer dar certo. Mas ainda prefiro ser sincera. Ir sem máscaras, sem falsidades.

Nada é fato consumado. Ninguém pé para sempre. Ninguém é a única opção. E eu tento entender e aprender… a não me apegar… a longo dedos e conversas que me fazem rir.

Eu não entendo, e não quero entender, quero não querer entender.

Por algumas horas eu te amei… é errado se apaixonar?

É errado não ir atrás de algo que te deu tanto prazer?

Jogos de amor… que me matam… que levam a tantos lugares

Paciencia

Paciencia

Paciencia

Minha vida continua aqui… é sua vez de correr atrás

Aos poucos as coisas vão se encaixando

Nada faz muito sentido, mas decidi que não vou mais procurar respostas

Vou deixar que o passado pertença ao passado, e que ele se consuma por si próprio

Há muito o que fazer, muitos sonhos a realizar, pessoas e lugares maravilhosos para conhecer

E aquela felicidade especifica está por aí, em algum lugar, apenas esperando o momento certo para aparecer

Não brigo mais com o tempo

Apenas faço minha parte

Planos concretos, sorriso no rosto

Amando os dias com suavidade

Apenas sendo, sentindo…

Começo a alcançar meu paraíso pessoal

Então a vida é isso.

Uma sucessão de atos falhos, perfeito e infinitos.

Microfilme passando rápido… tão rápido que não se vê.

Tantas oportunidades, tantas conseqüências, tanto querer… a troco de nada.

Então a vida é assim.

Ela existe pra quem sabe viver.

Ela existe pra quem sabe cultivar.

Ela existe pra quem sabe ousar.

E a gente perde muito tempo… pensando nisso tudo e tentando entender.

Me deixa sorrir até doer.

Me deixa dançar até doer…

Ah… a vida…

Tão delicada… tão implacável

Deixa viver…

E vamos ser feliz

 

___________________

 

“I won’t suffer, be broken
Get tired, or wasted
Surrender to nothing
I’ll give up what I
Started
And stop this
From end to beginning
A new day is calling
And I am finally free

Runaway, Runaway
I’ll attack
Runaway, Runaway
Go change yourself
Runaway, Runaway
Now I’ll attack
I’ll attack, I’ll attack

I would’ve kept you forever
But we had to sever
It ended for both of us
Faster than a…
kill off this thinking
It’s starting to sink in
I’m losing control now
Without you I can finally see

Runaway, Runaway
I’ll attack
Runaway, Runaway
Go change yourself
Runaway, Runaway
Now I’ll attack
I’ll attack, I’ll attack

Your promises
They look like lies
Your honesty’s
Like a back that hides a knife
I promise you
I promise you
I am finally free

Runaway, Runaway
I’ll attack
Runaway, Runaway
Go change yourself
Runaway, Runaway
Now I’ll attack
I’ll attack, I’ll attack
I will attack”

30 Seconds to Mars – Attack

Cada vez mais rendida a essa banda…

O que fazer quando algo com que você sonha desde criança acontece?

Quando finalmente os envolvidos decidem desistir

Quando vai cada um pro seu lado…

Aconteceu essa madrugada

Ele pegou suas coisas e foi embora

E ela ficou lá, chorando sem parar

O que fazer?

Ficar feliz?  Comemorar?

Será que o pesadelo acabou?

O fim de todos os abusos?

Ou será que está apenas começando?

Não estou com medo.

Também não mudarei meus planos.

As escolhas deles não são minhas escolhas.

Nunca mais vou falar oi sem resposta.

Nem passar nervoso no transito.

Nem sofrer, ano após ano, os mesmos abusos psicológicos.

Sensação agridoce.

Enfim, a paz.

Chega uma hora que você cansa de se enganar.

Por mais que o amor esteja lá, você cansa.

Cansa de sofrer, cansa de esperar.

Você cansa de ser forte.

Você cansa da esperança.

E cansa do passado.

E cansa dos sonhos.

E cansa das lembranças.

E cansa da felicidade.

Você cansa de dar chances.

E cada vez faz mais sentido… e cada vez faz menos sentido.

Você cansa da dor.

E cansa das lágrimas que não vêm.

E você cansa de ser boa… para si e para os outros.

E você se sente sozinho.

Tão sozinho.

E tão perto.

Você cansa da falta de sentido.

E cansa da escravidão de sentimentos.

……………….

Hoje eu vou eu vou me protistuir.

Hoje eu vou esquecer de você.

E invadir o vazio que você deixou.

Sem amanhãs.

Cansei de você.

………………..

Lembra de quando te disse que seu peito tinha o exato formato do meu abraço?

Isso foi antes de eu te conhecer

Vai fazer um ano… se é que já não fez

E eu estava certa

Aquela metragem entre o pescoço e o sovaco, no meio do ombro direito, foi feita pra mim

Roçando meu nariz, encaixando minha testa, bagunçando meu cabelo

Sentindo o cheiro da roupa que sua mãe lava tão bem

Sentindo o seu calor, sempre quente, nunca frio

Você já esteve comigo neste quarto, se oferecendo pra ficar

Riu comigo, riu de mim

Tenho medo de chorar

De lembrar de você e chorar

Os conselhos que ouço me dizem para arriscar

Eu tenho medo

Medo de te querer

Medo de libertar uma dose extra de coragem

Saia daqui, ok?

Se não for pra ficar… saia

Saia, e leve as lembranças

Saia, e leve toda frustração

Saia, e leve toda esperança

“Me deixe em paz”, eu gritei na sua orelha

Mas você nunca me ouviu

Você nunca me obedeceu

E estava certo em tudo isso

Agora, desliga este botão

E saia

Não me provoque assim… se não for ficar

Deixo aqui um pedaço de mim. A parte da minha alma que já não posso suportar. Alguns anseios, alguns medos, algumas vergonhas. Utilizo minha sinceridade e nada mais. Não sou mais uma, mas estou perdida na cidade. Às vezes saio de carro, corro e canto. Às vezes me perco na noite, e nada mais sou do que inominável. Continuarei até que eu me permita sentir algo. Quando sentir for mais que uma dor. Quando a dor não se transformar em prazer. Quando...

Leituras

- A Insustentável Leveza do Ser - Milan Kunder - Eclipse - Stephenie Meyer

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